A Coljuegos, entidade reguladora dos jogos de sorte e azar na Colômbia, anunciou que destruiu 11.788 equipamentos de jogo que operavam de forma clandestina, em uma ação considerada parte de uma ofensiva mais ampla para enfrentar a ilegalidade no setor.
Segundo o boletim divulgado pela instituição nesta quinta-feira (29), os equipamentos destruídos — entre eles máquinas caça-niqueis, módulos de apostas esportivas e dispositivos de bingo não conectados aos sistemas oficiais de controle — deixavam de transferir ao sistema de saúde colombiano mais de 250 mil milhões de pesos por ano, valor estimado pela própria Coljuegos.
De acordo com a entidade, além da destruição física dos aparelhos, as operações fazem parte de uma estratégia para proteger os recursos destinados à saúde pública e reduzir riscos aos apostadores que utilizam plataformas e máquinas não reguladas.

O presidente da Coljuegos, Marco Emilio Hincapié, afirmou que a medida envia “uma mensagem contundente a quem tenta lucrar de maneira ilícita” e ressaltou a necessidade de assegurar que os recursos arrecadados pelos jogos legalmente autorizados sejam destinados a serviços sociais.
Hincapié também destacou o impacto das ações sobre a segurança dos jogadores e a importância da regulamentação como ferramenta para promover um setor mais transparente e alinhado às normas legais.

A destruição de mais de 11 mil equipamentos ilegais representa uma fase recente dos esforços contínuos de Coljuegos contra operações clandestinas no país. Além dos equipamentos físicos, a instituição também adota medidas para bloquear acessos a plataformas de apostas não autorizadas e reforçar mecanismos de controle institucional.
A autarquia colombiana também destacou a importância dessas operações reside no fato de que os recursos gerados pela exploração de jogos de azar legalizados são destinados exclusivamente ao sistema de saúde subsidiado.